#PAPOCALCINHA: Síndrome dos Ovários Policísticos.

06:46



Oi gente, hoje é dia de #PAPOCALCINHA

O assunto de hoje, é uma síndrome muito comum no meio feminino, a Sindrome dos Ovários Policísticos. Decidi começar com esse assunto, pois vi que muitas meninas tem sintomas dessa síndrome, e não sabem que podem ter-lá, e também para tirar dúvidas das meninas que já sabem que possuem ela. Deixando bem claro, que não sou especialista nem nada, apenas sou mais uma das meninas que possuem a síndrome, todas informações daqui foram tiradas da internet, de sites confiáveis, e relatos meus.




O que é? A Síndrome do Ovário Policístico, também conhecida pela sigla SOP, é um distúrbio endócrino que provoca alteração dos níveis hormonais, levando à formação de cistos nos ovários que fazem com que eles aumentem de tamanho. As mulheres descobrem a síndrome entre 20 e 30 anos de idade, mas os primeiros sintomas aparecem logo nos primeiros ciclos menstruais ainda na adolescência.

Causa: Sua causa ainda não é totalmente esclarecida. A hipótese é que ela tenha uma origem genética e estudos indicam uma possível ligação entre a doença e a resistência à ação da insulina no organismo, gerando um aumento do hormônio na corrente sanguínea que provocaria o desequilíbrio hormonal. Por toda essa alteração hormonal muitas mulheres que tem SOP apresentam dificuldades para engravidar. (Calma, não se assustem)

Sintomas: A falta crônica de ovulação ou a deficiência dela é o principal sinal da síndrome. Atrasos na menstruação (desde a primeira ocorrência do fluxo), aumento de pelos no rosto, seios e abdômen, obesidade, acne.

Diagnósticos: Para realizar o diagnóstico da síndrome dos ovários policísticos são necessários o exame clínico, o ultrassom ginecológico e exames laboratoriais.


Tratamentos e Cuidados:  O tratamento da síndrome dos ovários policísticos depende dos sintomas que a mulher apresenta e do que ela pretende. Cabe ao médico e à paciente a avaliação do melhor tratamento, mas para isso é fundamental questionar se a paciente pretende engravidar ou não.Os principais tratamentos são: Anticoncepcionais orais
 - Não havendo desejo de engravidar, grande parte das mulheres se beneficia com tratamento à base de anticoncepcionais orais. A pílula melhora os sintomas de aumento de pelos, aparecimento de espinhas, irregularidade menstrual e cólicas. Não há uma pílula específica para o controle dos sintomas. Existem pílulas que têm um efeito melhor sobre a acne, espinhas e pele oleosa. Mulheres que não podem tomar a pílula se beneficiam de tratamentos à base de progesterona. Cirurgia
 - Cada vez mais os métodos cirúrgicos para essa síndrome têm sido abandonados em função da eficiência do tratamento com anticoncepcionais orais.

Antidiabetogênicos orais
- Estando a síndrome dos ovários policísticos associada à resistência insulínica, um dos tratamentos disponíveis é por meio de medicamentos para diabetes. Dieta e atividade física – Essas pacientes devem ser orientadas em relação à dieta e atividade física, simultaneamente com as medidas terapêuticas. Indução da ovulação - 
Se a paciente pretende engravidar, o médico lhe recomendará tratamento de indução da ovulação, não sem antes afastar as outras possibilidades de causas de infertilidade. Não se deve fazer esse tratamento em mulheres que não estejam realmente tentando engravidar.


Convivendo com a Síndrome: Para conviver bem com a síndrome dos ovários policísticos é fundamental realizar uma mudança no estilo de vida. Uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas e minerais, é o primeiro passo. Praticar exercícios físicos com regularidade também é uma ferramenta poderosa para conviver em paz com a SOP, já que a doença agravada por certos fatores, tais como obesidade, diabetes e colesterol alto.Perder peso quando se tem a síndrome favorece a queda das taxas dos hormônios masculinos e com isso melhora a função ovariana e a diminuição dos danos à fertilidade feminina causados pela enfermidade. Além disso, ao diminuir a taxa dos hormônios masculinos, os sintomas como acne, pelos no rosto e cólicas também são atenuados. O tratamento hormonal, entre eles os contraceptivos hormonais orais, também podem ajudar as mulheres a viverem melhor com a SOP. Esses medicamentos ajudam a regular os ciclos menstruais e reduzem o risco do desenvolvimento de câncer do endométrio (tecido que reveste o útero internamente).Se você tem a síndrome dos ovários policísticos procure o quanto antes o seu ginecologista, pois apenas um especialista poderá analisar seu caso e indicar o melhor tratamento. Afinal, é possível sim conviver bem com a SOP.


Minha história com a Síndrome: Eu tinha 15/16 anos, sentia muita dor, como uma cólica constante, era insuportável, minha menstruação não vinha, fiquei 5 meses sem menstruar, e quando vinha era tipo um "rio", foi quando resolvi ir na Ginecologista, que pelos sintomas me aconselhou  fazer um ultrassom, que podia me dizer se tinha ou não os tais cistos, dito e feito, estavam lá DOIS, pequenos, foi quando peguei o exame, e fui pra casa, e lá dizia SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS, cheguei em casa e fui direto pro Google pesquisar sobre, digo assim PIOR COISA QUE JÁ FIZ, tirei conclusões precipitadas sobre a síndrome, entrei em choque, meu mundo desmoronou. Logo fui na médica, apresentei o exame e ela me contou o que realmente era verdade sobre a síndrome, e me tirou dúvidas que me deixaram tranquila, até hoje faço o tratamento com anticoncepcionais, e não sinto nenhum dos sintomas, porém sinto que é difícil emagrecer, mas é preciso!


Bom meninas, espero que eu tenha conseguido explicar um pouquinho sobre a Síndrome, que eu tranquilizei alguns coraçõeszinhos. Se você leu esse post e viu que sente alguns dos sintomas CORRE para a Ginecologista fazer o exame, se você já tem a Síndrome, espero que tenha aprendido como viver com ela, afinal podemos viver bem tendo a SOP. Espero que tenha ajudado meninas, quero comentários e relatos aqui embaixo. Até a próxima! Beijão



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